Dica Mundo do Vinho para arrasar na Ceia de Natal e Ano Novo!


Qual vinho servir na ceia de Natal?

Nesta época de festas não resistimos a uma taça de vinho, e aí temos muitas dúvidas de o que escolher, qual tipo de vinho? em que ordem servir? Seguem algumas dicas sobre os vinhos servidos no Natal.


Comece sempre com um espumante.

Bons champanhes franceses são divinos e caros. Mas há bons espumantes em todas as faixas de preços. Se a opção é por uma borbulha importada, temos uma infinidade de opções, ou se for nacional, lembre-se que a qualidade das nossas borbulhas é crescente. Os espumantes casam muito bem com as nozes e demais frutas secas que sempre aparecem nestas ocasiões.


Para os pratos leves sirva vinhos leves

Natal não é momento de ficar apegado às regras de harmonização, mas uma noção básica ajuda. Um vinho muito encorpado vai passar por cima de um prato mais leve. E o contrário também acontece: um branco desaparece na primeira garfada de uma carne mais suculenta. Mas no Brasil, o Natal acontece na estação do calor. Por isso, só escolha um vinho tinto mais encorpado se a receita permitir. Uma boa opção de um tinto, já que é a preferência nacional, são aqueles mais leves, como das uvas Carmenere, Merlot e Tempranillo.


O peru é o clássico do Natal, né?

É uma receita de carne mais delicada, não rara, acompanhada com frutas, que lhe dá um sabor mais adocicado, e as farofas. Aqui, o branco não pode ser muito aromático, que vão brigar com a receita. O ideal são aqueles brancos que envelhecem em barricas de carvalho, de textura mais cremosa. ou vai muito bem com um tinto de corpo médio.


E a sobremesa, quem resiste?

Sabe qual é a melhor harmonização com o panetone de frutas? O espumante moscatel, de boa qualidade. Com as rabanadas, o vinho moscatel de Setúbal.

E uma observação final, na minha opinão o que mais vale é estar junto da família e com as pessoas que amamos, este é o grande sentido da vida.


Feliz Natal!!


E no Ano Novo sirvo só espumante?


Uma sugestão é primeiro escolher pratos e vinhos com características parecidas. Uma ideia é começar o jantar comemorativo com um brinde com espumante.

O espumante tem nas borbulhas e na acidez as suas características principais. A acidez, que dá aquela sensação de frescor, torna a bebida também gastronômica. E as borbulhas têm o papel, indireto, de limpar as papilas gustativas, preparando o paladar para a próxima garfada. Assim, o espumante é quase um coringa, que vai combinar com o queijo cremoso dos aperitivos.

O vinho branco é outro personagem que pode entrar com sucesso no começo da refeição, escolhendo uvas como Sauvignon Blanc, Torrontes, a tão na moda Pinot Grigio, ou a fresca Alvarinho, entre outras, tende a ser uma bebida mais leve.

A escala dos vinhos deve seguir a mesma da comida, que vai ganhando complexidade de aromas e sabores ao longo da refeição.

Nas receitas clássicas do Réveillon, o branco pode ser o par perfeito, mas para quem não abre mão dos tinto, escolha vinhos leves e de safras mais recentes, e ainda sem as notas de evolução, também são boas escolhas.


Os vinhos doces entram na sobremesa, seguindo o princípio das receitas salgadas: pesos e texturas semelhantes. Uma torta de frutas pede um branco de colheita tardia. Nos clássicos, a rabanada casa com o vinho do Porto ou moscatel de setubal e o panetone combina, como poucos, com o Asti Italiano ou Mostel.


Sempre lembrando que vinhos brancos e espumantes devem estar na temperatura correta e os tintos levante refrigerados.

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